terça-feira, 9 de outubro de 2012

Paulistano é filmado até 28 vezes por dia

Segundo estudo:

Capital paulista possui cerca de 80% das câmeras instaladas no País Uma recente pesquisa apontou que um paulistano pode ser filmado até 28 vezes por dia. A cidade, que criou uma obsessão por esses equipamentos de vigilância, é responsável por cerca de 80% das câmeras instaladas em todo País. No Brasil, existem quase dois milhões câmeras instaladas. A procura por este tipo de equipamento aumenta, em média, 11% ao ano e é um negócio lucrativo para as empresas especializadas. Mas, nas mãos erradas, o “olhar eletrônico” pode virar uma arma contra a privacidade das pessoas. Oswaldo Oggian, diretor da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), alerta sobre a necessidade do aviso para que a vigilância seja legal. Quando eu não aviso que eu estou gravando uma imagem e a intimidade da pessoa está sendo invadida naquele momento, é o ponto que diverge entre a situação de invasão de privacidade e o que é o controle da segurança.

Fonte: Portal R7/SP, 04/10/2012

Monitoramento reduz ocorrências em 64%


Por falta de orçamento, Prefeitura descartou expandir o sistema ou aumentar efetivo da Guarda Municipal e reforçar monitoramento
A instalação de 24 câmeras de monitoramento em pontos críticos do Centro de Fortaleza reduziu em 64% o número de ocorrências, entre consumo de drogas, danos ao patrimônio público e pequenos furtos. Houve queda dos 54 casos registrados em julho para os 19 do mês passado. Em agosto, foram 31 ocorrências. A iniciativa, entretanto, não será ampliada para outras áreas da cidade ainda nesta gestão. Também não contará com reforço de agentes da Guarda Municipal nas proximidades das câmeras.
“As pessoas querem que tenham guardas municipais em todas as praças, mas, orçamentariamente, não temos condição de contratar guardas nesta gestão”, afirmou o diretor-geral da Guarda Municipal e Defesa Civil de Fortaleza, Arimá Rocha. Em toda a Capital, 1.450 guardas fazem a segurança. O efetivo destinado ao Centro é de 65 homens.
Desde julho, quando foram implantadas as câmeras que fiscalizam 24 horas por dia, em ângulo de 360 graus, foram registradas 104 ocorrências, explica o diretor-geral da Guarda. Arimá atribui a redução nas ocorrências às “rondas mais ostensivas” da Guarda: “É um trabalho de inteligência aliado ao videomonitoramento”.
O sistema conta com o apoio de 20 guardas na central de monitoramento. Segundo Arimá, o equipamento é apenas uma das ferramentas de segurança utilizadas pela Guarda Municipal. O sistema completo inclui a atuação conjunta do Pelotão Guarda Comunitária (PGC) e da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops).
A Praça da Bandeira foi a área com maior índice de redução, passando de 26 ocorrências, em julho, para 11, em setembro, o que corresponde a uma redução de 57,69%. A demonstradora Ana Cristina Nogueira, 36, embora costume visitar lojas no Centro, não sabia da existência da câmera naquela praça: “É bom? É. Mas, se houvesse a própria Polícia, evitaria uma série de pequenos assaltos que acontecem aqui. Só com essa câmera, os ladrões acabam levando o que roubam e fica por isso”.
De acordo com Arimá, a presença das câmeras inibe a ação dos criminosos. “A câmera ali, fiscalizando, quer dizer que tem uma segurança. Por isso reduz, pela questão inibidora. Por si só, já tem uma presença muito forte. O delito é registrado e a pessoa pode vir a responder criminalmente pelo fato”, afirmou.
Na Praça do Ferreira, a garçonete Ana Paula de Souza, 26, citou um assalto ocorrido diante da porta do restaurante onde trabalha. “Um rapaz roubou o colar de uma senhora. Quando aconteceu, já tinha a câmera. Mas acaba que a câmera só vai identificar a pessoa e pronto. Depois disso, fica difícil pegar o ladrão. Seria melhor se a Polícia ficasse aqui”.

Fonte: Portal Inter Jornal/AL, 09/10/2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Câmeras serão usadas em postos de saúde e escolas de Londrina

A prefeitura de Londrina, no norte do Paraná, inicia, na terça-feira (11), a instalação de 186 câmeras de vídeo monitoramento distribuídas em escolas municipais, postos de saúde e em locais públicos. As câmeras foram adquiridas com recursos da secretaria da Defesa Social e da secretaria de Educação.
Durante toda a tarde desta segunda-feira (10), os técnicos da empresa responsável pela instalação das câmeras fizeram a configuração dos equipamentos.
As imagens geradas serão monitoradas pelos guardas municipais, na Central do Grupo de Comunicação e Monitoramento (GCOM). O material gravado ficará armazenado durante 30 dias para possíveis consultas. Os aparelhos funcionam 24 horas.
De acordo com a secretaria de Defesa Social, das 186 câmeras, 48 são móveis e ficarão em locais estratégicos da cidade, que têm capacidade de girar 360 graus. O zoom da câmera permite um reconhecimento facial com nitidez de até 120 metros de distância.
 
Fonte: ABESE - Portal Revelia/PR,11/09/2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Curso de Procedimentos de Segurança em Natal





Câmeras nas estradas geram 2.435 multas

Polícia Rodoviária Estadual utiliza equipamentos de concessionárias de rodovias para flagrar motoristas infratores
Para flagrar motoristas cometendo irregularidades nas rodovias paulistas, a PRE (Polícia Rodoviária Estadual) passou a utilizar as câmeras de monitoramento das concessionárias. Até agora, 2.435 multas já foram aplicadas com o “reforço” tecnológico.
As autuações são referentes ao período que vai de julho a dezembro de 2011, no trecho oeste do Rodoanel, que conta com 32 câmeras, e na rodovia Castello Branco, com 52 equipamentos instalados.
Os flagrantes foram realizados por policiais que, instalados dentro de uma central de monitoramento da polícia rodoviária, acompanharam as irregularidades cometidas e anotam a placa do veículo. As câmeras foram instaladas para monitorar o fluxo de veículos e acionar equipes de socorro após acidentes.
Trafegar em faixas não reservadas para os veículos, como os caminhões que circulam pela esquerda, foi a infração mais cometida (1.197 multas). Dirigir pelo acostamento ou gramado aparece em seguida, com 1.140 autuações.
Segundo o tenente Moacir Mathias do Nascimento, que atua no sistema Anchieta-Imigrantes e no Ayrton Senna-Carvalho Pinto, diz que as câmeras começaram a ser compartilhadas com os policiais para auxiliar na fiscalização e reduzir acidentes.
“Precisamos dos equipamentos para auxiliar na fiscalização. Se não conseguirmos captar a infração, um policial é avisado e o condutor é parado”, diz. Outras rodovias, como a Raposo Tavares, Tamoios e a dos Bandeirantes, também já adotaram o modelo.
Para o presidente comissão de trânsito da OAB-SP, Mauricio Januzzi, a medida é ilegal e os motoristas podem recorrer. “Este método não é regulamentado. As infrações podem ser contestadas judicialmente”. A polícia diz que a medida é amparada por uma resolução do Código de Trânsito Brasileiro.
 
Fonte: ABESE - Portal Cenário/Mato Grosso/MT, 29/08/2012

Aumentam as vendas de equipamentos eletrônicos de segurança em Juiz de Fora, MG

O aumento da sensação de insegurança faz crescer a venda de equipamentos eletrônicos para residências. Em Juiz de Fora, em 2012, já há lojas especializadas faturando mais.
O administrador de condomínios Walter Nogueira vive cercado por dispositivos de segurança, como grades, portões, cerca elétrica, entre outros. Investimento que custou R$ 2.300. São seis câmeras colocadas em locais estratégicos, por onde assaltantes já tentaram entrar e invadir a casa.
As imagens gravadas durante 20 horas pelas câmeras de segurança são enviadas direto para um computador que fica dentro da casa de Walter. Desde que os equipamentos foram instalados, nenhuma ocorrência foi registrada e, mesmo assim, ele continua acompanhando tudo.
Medidas como estas vem sendo adotadas por muita gente. Segundo o Sindicato das Empresas de Sistema Eletrônico em Minas Gerais (ABESE-MG) este ano o setor deve crescer cerca de 10% no estado. Em uma loja especializada de Juiz de fora, o aumento já está em torno de 27%. Segundo o consultor de segurança Felipe Carlos Duarte, o circuito fechado de TV e o sistema de alarme são os mais procurados.
Em média, um sistema de segurança completo custa cerca de R$1.500. Já o alarme simples sai entre R$800 e R$900. Os preços que podem variar dependendo do equipamento. Na central de monitoramento, funcionários treinados acompanham os chamados. A empresa de Juiz de Fora já tem sede em outras cidades da região, como São João Nepomuceno, Ubá, Viçosa e Leopoldina.
 
Fonte: ABESE/Portal Globo.Com/Juiz de Fora/MG, 28/08/2012

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Biometria digital ganha espaço entre sistemas de segurança

A biometria digital está entre as formas mais seguras de identificação de pessoas e, aos poucos, sai das telas de cinema para o cotidiano. Isso porque leitores de digitais já estão se tornando comuns em agências bancárias, urnas eletrônicas, condomínios e até academias e locadoras de vídeo, que já identificam os frequentadores dessa forma. E o mais interessante é que, ao passo que a tecnologia vai barateando, mais setores utilizam a ferramenta.
Mas afinal, o que é biometria? O termo significa medição biológica, ou seja, serve para medir características físicas ou até comportamentais de uma pessoa. Esse tipo de identificação faz com que o próprio corpo seja uma senha.
Para isso, são necessários um computador com boa capacidade, um sensor ou scanner para coletar os dados e um software capaz de compará-los com um banco de dados. Teoricamente parece simples, mas a adaptação de uma empresa para usar a digital como cartão-ponto, por exemplo, pode se tornar complicada.
Os níveis de precisão e os custos da tecnologia
A biometria da digital, a mais comum hoje, apresenta diferentes níveis precisão, de acordo com a exigência do cliente. O menor nível dá menos segurança, mas evita problemas onde há pessoas que trabalham muito com as mãos - como auxiliares gerais, funcionários da construção civil, por exemplo - e desgastam suas digitais. Assim, quando o comparativo é feito, ele admite algumas diferenças. Para uma menor precisão, baixa também o custo de implantação.
Esse tipo de adaptação permitiu que a tecnologia se popularizasse. De acordo com Ernani Rangel, gerente de negócios da Telemática, empresa especializada neste tipo de sistema, os custos caíram pela metade nos últimos cinco anos. "O que há de negativo hoje não é mais o preço, mas a dúvida do cliente sobre as falhas do sistema. As experiências negativas que alguns tiveram anteriormente com algumas empresas impede a biometria de se popularizar mais", afirma.
O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Carlos Progianti, confirma essa preocupação. "É importante procurar uma empresa idônea, legalmente constituída, que garanta a procedência dos equipamentos e acessórios utilizados para instalação do sistema e, principalmente, que assuma compromissos pós-venda, firmados em contrato", ressalta.
Outros tipos de biometria também estão disponíveis para clientes exigentes e que necessitam de mais segurança. O leitor de íris ou retina é um dos sistemas mais seguros e é utilizado em bancos, joalherias e locais onde há produtos de alto valor. O reconhecimento facial lê os traços do rosto e está entre os mais caros, além de ter baixa confiabilidade. Há ainda a leitura da geometria da mão - esta menos confiável do que a digital do dedo - e das veias das mãos. Se você gostava de filmes policiais e ainda não utilizou um desses sensores, não vai demorar muito para que um deles apareça na sua frente.
 
Fonte: Site ABESE - Portal Terra/SP,20/08/2012