segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Roubo de informação requer força ou violência

Um dos grandes problemas quando se trata de segurança corporativa é que a maioria das empresas foca as suas atenções para a segurança pessoal e material, com a instalação de câmeras, alarmes, contratação de seguranças armados etc. Porém, poucas instituições dão importância à segurança informacional. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), 88% dos negócios movimentados por este mercado estão relacionados a clientes não residenciais, ou seja, empresas. Atualmente, o Brasil é o terceiro país mais afetado por atividade ilegal na internet (segundo pesquisa realizada pela Norton/Symantec), com o custo do cibercrime chegando a R$ 16 bilhões anuais, ficando atrás apenas de China (92 bilhões) e EUA (R$ 42 bilhões). Especialistas podem ser contratados por menos de U$ 400 dólares por dia para realizar ataques pela internet. Além dos Crackers (conhecidos erroneamente por hackers), não podemos nos esquecer de que grande parte desses crimes não exige tecnologia avançada e acontecem por falhas humanas na preservação de dados sigilosos, como o picote ou até descarte errado de documentos, postagens de informações em redes sociais ou revelação de dados sigilosos a golpistas que usam de táticas como abuso de confiança, psicologia, manipulação ou identidade falsa, para obter de atendentes, secretárias, e porteiros, por exemplo, dados preciosos (até mesmo bancários) da empresa, sem que estes percebam. Partindo para as ações mal intencionadas, uma modalidade quase esquecida pelos empresários, mas ainda existente é a velha técnica manual de roubo de documentos e materiais. Uma Xerox, uma foto com o celular, o uso de um pen drive, são técnicas reais bastante utilizadas pelos golpistas neste sentido. Diante de tamanha diversidade e complexidade de riscos, pense em uma startup ou até uma empresa média que esteja desenvolvendo um produto inédito, com anos e dinheiro gastos em pesquisa e desenvolvimento. Um roubo do seu trabalho acaba com ela, porque talvez ela não tenha como desenvolver um novo produto. Na França, uma pesquisa revelou que metade das pequenas e médias empresas vítimas de um roubo de dados em pesquisa e desenvolvimento quebrou nos dois anos seguintes A preocupação com a segurança pessoal e material até se justifica, porém, como percebido, existem muitas outras técnicas para se “roubar” uma empresa, sem necessariamente usar de armas, força e, em alguns casos, sequer da presença de uma pessoa.

Fonte: Portal Campo Grande News/MS,13/12/12.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

CIS -2012

Representado o RN, esteve presente ao Congresso Internacional de Segurança/CIS-2012 (29 e 30 Nov) a Srª Ivana Cristina, Presidente do Sindicato das Empresas de Sistemas Eeletrônicos de Segurança (SIESE-RN).
Na oportunidade foi discutido sobre as Oportunidades e Perspectivas do Videomonitoramento.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Workshop Estácio Fal

No dia 27/11 às 19h no Auditório da Justiça Federal, o Sr. Robson Fontes (Diretor da VIPS), proferiu palestra sobre Relações das Empresas com Sindicatos e Empregados do segmento de Segurança, momento enriquecedor para todo o quadro discente e docente do Curso de Gestão de Segurança Privada da Estácio Fal.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Simpósio Regional ABESE Nordeste - Natal/RN

Alta tecnologia é a aposta de segurança dos condomínios no país

A tecnologia é um item indispensável nos tempos de hoje e ela não poderia ficar de fora dos diferenciais e nos pedidos dos moradores de condomínios no Brasil. Ativação de aparelhos eletrônicos com simples toque em um botão e a segurança de toda a família com total tecnologia estão entre os serviços mais pedidos às construtoras e administradoras. Empresas especializadas em eletrônica e tecnologia estão ganhando espaço e cada vez mais demanda nos condomínios. Luiz Sérgio Landini, diretor da empresa de segurança eletrônica G-Eletro, afirma que cada vez mais eles recebem pedidos para câmeras de última geração e que possam detectar qualquer movimento. "Câmeras com infravermelho e com gravações noturnas estão entre as mais pedidas", afirma Landini. Segundo levantamento da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), as companhias de segurança correspondem a 12% do consumo total dos produtos relacionado à segurança e esse número tende a crescer. Além das câmeras e sensores de movimento, os condomínios e moradores também apostam nas fechaduras especiais, leitores faciais e outras ações contra arrastões. Planejamento traz mais segurança Para que realmente a tecnologia aja a favor do condomínio é preciso ter organização e um plano de ações. Às vezes o número de câmeras não importa e sim o posicionamento de cada uma e onde estão instalados os equipamentos que monitoram cada uma, por isso é importante realizar uma análise de risco. A realização dessa análise deve ser feita por um consultor de segurança. Ele determinará onde são os pontos mais vulneráveis e quais os equipamentos realmente necessários para o local e após isso um projeto de segurança será criado e discutido com o síndico do condomínio. Para orientar administradores de condomínios e síndicos, a Abese disponibiliza uma cartilha completa sobre segurança eletrônica e quais as melhores opções de equipamento que devem ser utilizados em cada ocasião e tipo de prédio.

Fonte: Portal Alcance Administradora/SP, 15/10/2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Apagão - Seu sistema está pronto para ele.?

O Sistema de segurança funcionará durante o apagão? Por quanto tempo o equipamento funcionará? A comunicação entre o sistema (terminais de alarmes) e a central de monitoramento 24 horas estará garantida? Afinal, a segurança do imóvel e das pessoas continuará eficiente durante a interrupção de energia?
Essas dúvidas vem surgindo nos usuários de sistemas eletrônicos de segurança. E podemos dizer que os equipamentos e as centrais de monitoramentos estão preparadas para esse fato, caso ele aconteça. Aliás, por se tratar de um equipamento de segurança, o fator interrupção de energia é um item já previsto nos equipamento e nas instalação de sistemas eletrônicos de segurança.
Essa garantia de funcionamento está relacionado a dois itens existentes nos equipamentos: Nas centrais de monitoramento 24 horas, os  no breaks  e geradores de energia, e nos terminais de alarmes instalados nas residências, as baterias. Assim toda a rede de sistemas eletrônicos de segurança fica mantida, no caso de falta de energia.
A maior preocupação é com o estado das baterias dos terminais de alarmes que ficam no cliente. Sr. Mário Tavares, Diretor Presidente da ABESE, comenta em entrevista à revista Proteger: “Existe a necessidade de verificação das baterias dos equipamentos que tenham no break, fazendo testes, substituindo aquelas que estejam com a validade vencida, mesmo que ainda estejam em plena carga. Elas serão submetidas a descargas e recargas contínuas que podem danificar ou encurtar o tempo de vida, pois essa não é a programação delas. As centrais de monitoramento que têm mais cuidado com o parque instalado, monitoram os sistemas para verificar se as baterias estão descarregadas, assim elas têm condição de informar o cliente da situação. Até recomendo que os clientes perguntem para suas empresas de monitoramento se elas estão verificando ou não a condição da bateria. Por exemplo, os alarmes usam normalmente baterias de 3,5A ou 7A. A de 3,5A está mais suscetível a apresentar defeito no apagão, porque vai atender as primeiras 4 horas ,mas se a descarga for grande talvez não consiga receber nas horas seguintes a carga necessária para sofrer mais quatro horas de interrupção. A recuperação dela estará comprometida. Já uma bateria que esteja bem dimensionada , provavelmente vai descarregar e receber carga normalmente, se as faltas não forem exageradas.” . . . “se a bateria estiver com carga baixa e faltar energia, pode provocar muitos disparos falsos de alarmes porque diversos detectores necessitam de alimentação mínima”. Dessa forma é fundamental que o cliente esteja sabendo se sua bateria está válida e funcionando corretamente. Para isso, deve-se fazer uma verificação das baterias de acordo com os procedimentos escritos no manual de instalação e operação da central de alarme instalada em sua casa e em caso de dúvida, entrar em contato com sua operadora para o esclarecimento.
Já, quanto aos sinais de comunicação entre os terminais de alarmes e as centrais de monitoramento 24 horas, não deve ocorrer problema algum, uma vez que os mesmos utilizam a linha telefônica para fazer o protocolo de comunicação, e as operadoras de telefonia possuem autonomia de funcionamento.
Podemos dizer então que, observadas as questões acima citadas e tomando os cuidados necessários, os sistemas eletrônicos de alarmes funcionarão normalmente no caso de ocorrer o “apagão”, garantindo assim a preventiva segurança do lugar e das pessoas.

Fonte: ABESE - Portal Blog Eletro Segurança/SP, 13/10/2012.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

População investe em câmeras de segurança para evitar roubos

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/25157/Populacao-investe-em-cameras-de-seguranca-para-evitar-roubos.html

Paulistano é filmado até 28 vezes por dia

Segundo estudo:

Capital paulista possui cerca de 80% das câmeras instaladas no País Uma recente pesquisa apontou que um paulistano pode ser filmado até 28 vezes por dia. A cidade, que criou uma obsessão por esses equipamentos de vigilância, é responsável por cerca de 80% das câmeras instaladas em todo País. No Brasil, existem quase dois milhões câmeras instaladas. A procura por este tipo de equipamento aumenta, em média, 11% ao ano e é um negócio lucrativo para as empresas especializadas. Mas, nas mãos erradas, o “olhar eletrônico” pode virar uma arma contra a privacidade das pessoas. Oswaldo Oggian, diretor da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), alerta sobre a necessidade do aviso para que a vigilância seja legal. Quando eu não aviso que eu estou gravando uma imagem e a intimidade da pessoa está sendo invadida naquele momento, é o ponto que diverge entre a situação de invasão de privacidade e o que é o controle da segurança.

Fonte: Portal R7/SP, 04/10/2012