terça-feira, 22 de maio de 2012
Congresso Internacional de Segurança é lançado durante a 15ª Exposec
A Associação
Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança também aproveitou
a feira para lançar cursos de capacitação para profissionais, em parceria com o
SENAI Durante a 15ª Feira Internacional de Segurança (Exposec), realizada de 08
a 10 de maio em São Paulo, Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE
(Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança),
anunciou a oitava edição do Congresso Internacional de Segurança (CIS), que
acontece em 29 e 30 de novembro, no Novotel Jaraguá, em São Paulo, com o tema
“Oportunidades e Perspectivas do Vídeo Monitoramento”. O tema escolhido para a
oitava edição do Congresso está relacionado a uma significativa parcela do
mercado: o setor de sistema de circuito fechado de TV, que representa 43% do
mercado de sistemas eletrônicos de segurança, e reflete o momento aquecido pelo
qual esse mercado vem passando. Os temas das palestras vão abordar desde o
cenário dos estádios e grandes área para eventos esportivos até o perfil
psicológico e traumas em estações de monitoramento. Na programação, estão
confirmados palestrantes da Argentina, Espanha, Estados Unidos e Itália, além
de importantes instituições como Universidade de São Paulo, Agência Nacional de
Telecomunicações (ANATEL), Grupo de Estudos Técnicos de Madri, entre outros. A
ABESE também aproveitou a feira para divulgar a parceria que acaba de ser
fechada com Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, por meio do
Departamento de Segurança da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
(FIESP). Por meio do acordo, inicialmente serão realizados dois cursos de
capacitação para profissionais do mercado de sistemas eletrônicos de segurança,
um curso de qualificação para eletricista instalador e outro de aperfeiçoamento
profissional. “Esse é um momento especial para o mercado de segurança
eletrônica que carece de mão de obra especializada e contará, a partir de
agora, com a renomada experiência do SENAI”, afirma Carlos Progianti. Realizada
pela ABESE, a Exposec foi palco de soluções inéditas para o mercado de
segurança eletrônica. Foram mais de 2 mil itens, envolvendo circuito fechado de
TV, controle de acesso, blindagem, alarmes, centrais de proteção perimetral,
detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança e outras
tecnologias. De acordo com Progianti, as oportunidades de negócios estão mais
aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade e na identificação de
crimes e suspeitos, além do momento aquecido por causa da demanda gerada pela
realização de eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas no País, e o sucesso da
Exposec reflete esse cenário. A feira já tem data marcada para o próximo ano,
de 14 a 16 de maio de 2013. Com forte expansão e ganhando cada vez mais
presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, o mercado de segurança
eletrônica fechou o ano de 2011 com um crescimento de 11%, registrando um
faturamento de US$ 1,830 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem
registrado uma média anual de crescimento de 11% no Brasil, conta atualmente
com mais de 18 mil empresas atuantes, sendo responsável por gerar cerca de 200
mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.
Fonte: Portal Segs/SP,
19/05/2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Almoço da diretoria do SIESE-RN
Após Assembleia Geral do SIESE-RN (17/05/2012), Ivana Oliveira (Presidente do SIESE-RB) Dr. Laercio Araujo (Advogado da ABESE), Robson Fontes (Diretor Vice-Presidente do SIESE-RN), Abdias Pedro (Conselheiro), Ruy Júnior (SOS Segurança) e Walter Leiros (Diretor Juridico do SIESE-RN), participaram de um almoço no Restaurante Tábua de Carnes (Natal-RN).
Vigilância eletrônica está em alta e traz lucros para o setor de segurança
Mercado
brasileiro avança 11% com 18 mil empresas no segmento, que geram cerca de 200
mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão de postos indiretos Um negócio que
cresce uma média de 11% por ano e movimentou cerca de R$ 3,6 bilhões ano
passado. Esse panorama, para lá de favorável, se refere ao mercado de sistemas
eletrônicos de segurança. Existem no país mais de 18 mil empresas atuantes no
segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil
empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos. Segundo o diretor de
comunicação da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de
Segurança (Abese), Oswaldo Oggiam, o setor pode crescer muito mais, porém
esbarra na cultura reativa e não preventiva no Brasil. “Infelizmente um número
ainda significativo de brasileiros só lembra de investir em segurança quando
sofre alguma violência. Pelo menos, essa cultural já está mudando entre
empresários de médias e pequenas empresas. Diferente ainda do cidadão comum que
muitas vezes só pensa em instalar um sistema eletrônico de segurança em sua
casa quando tem a residência invadida”, avalia. Dados da Abese atestam o que
Oggiam afirma. No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de
segurança eletrônica são originários do setor não-residencial. Oswaldo Oggiam
comenta que a expectativa do setor, porém, é que a queda de preço dos
equipamentos comece a mudar essa equação. “Como este tipo de sistema está
ficando cada vez mais simples e barato, em função dos avanços tecnológicos, a
tendência é deste quadro mudar. É um mercado que tem muito a ser explorado”,
analisa. Contrabando - O grande obstáculo desse segmento é combater o
contrabando. Da mesma forma como ocorreu no mercado de computadores pessoais, o
setor de segurança eletrônica enfrenta o desafio de tomar o espaço ocupado pelo
contrabando. Estima-se que o mesmo valor do mercado legal seja movimentado por
equipamentos trazidos ilegalmente para o Brasil, como câmeras de vídeo e
circuito interno de TV. A Abese desenvolveu o Projeto de Lei 1759/07 que
tramita na Câmara dos Deputados para regulamentar as empresas de segurança
eletrônica. “A ausência de fiscalização e regulamentações específicas para a
segurança eletrônica são grandes barreiras ao desenvolvimento do setor”, afirma
André Godinho, diretor da Alarm Sistemas Eletrônicos de Segurança. Godinho diz
que sua empresa teve um crescimento de 20% no ano passado. Uma das novidades da
Alarm, apontada pelo seu diretor, é o monitoramento bilíngue. “Com o
desenvolvimento econômico do Brasil e a realização de diversos eventos
internacionais, não somente Copa e Olimpíadas, nosso País está recebendo
milhares de estrangeiras em busca de trabalho. Por isso, o monitoramento
bilíngue tem sido muito solicitado por esses clientes que vêm morar aqui sem um
bom domínio da nosso língua”, conta Godinho. Conhecer bem o mercado, a
concorrência, estar presente em palestras voltadas para o setor e feiras de
fornecedores são de extrema importância para quem quer entrar no setor, na
opinião de Nilton Ângelo Sanches, gerente administrativo da empresa Mania
Eletro que atua há quatro anos na venda de equipamentos para segurança
patrimonial. “É fundamental também ter amplo conhecimento dos equipamentos que
vende bem como os processos de instalação dos mesmos”, orienta. Sanches conta
que há 10 anos se ouvia falar de monitoramento apenas em grandes lojas, bancos
e joalherias. “Hoje este cenário está mudando e moradores de qualquer
residência podem adquirir o seu próprio sistema de alarme monitorado ou até
mesmo alugados através de contratos de comodatos. Basta ter uma linha
telefônica, pela qual os sinais são enviados a uma central de monitoramento”,
explica . Com aproximadamente 120 itens, a Mania Eletro tem 50 clientes de
revenda e já fez mais de 20 mil vendas diretas pela internet. Sem pane: dicas
para não fracassar É um consenso que falta de investimentos mais eficazes em
segurança pública motiva pessoas a fazerem uso cada vez mais de sistemas
eletrônicos de monitoramento. Contudo, Denise Mury Rodrigues, diretora da
Ser-tel Serviços Eletroeletrônicos, avalia que o consumo de produtos de
segurança eletrônica vai além da vigilância. “O cliente quer manter sua
sensação de segurança e controle do seu ambiente pessoal. No Rio de Janeiro,
deveria ter diminuído a demanda após a implantação das Unidades de Polícia
Pacificadora (UPPs), mas isto não ocorreu”, analisa. Para o investidor no
setor, a diretora da Ser-tel, que tem 44 anos no mercado, dá algumas dicas para
não fracassar. “Deve-se cumprir compromisso, prazos com o cliente e ter ótimo
pós-venda, dando suporte após implantação”, orienta Denise Rodrigues,
informando que a Ser-tel tem cerca de 15 mil clientes implantados e três mil
clientes de atendimento continuo de assistência técnica. Equipamentos - Entre
os aparelhos eletrônicos de segurança mais vendáveis no setor, a diretora da
Ser-tel destaca o circuito fechado de TV (câmeras). “O CFTV está em alta há 15
anos. São os mais procurados e que oferecem mais variedade. Há também o
controle de acesso que vem crescendo o consumo no Rio. Prédios comerciais têm
procurado esta solução para diminuir o risco de visitas indesejadas”, aponta
Denise Rodrigues citando ainda o alarme de intrusão com monitoramento 24 horas.
“São equipamentos instalados no ambiente e monitorados a distância. Ele permite
que situações como invasão, coação e emergência médica sejam identificadas por
um monitor e este execute procedimentos preestabelecidos para aquelas
circunstâncias”.
Jornal O Fluminense/RJ, 14/05/2012
Brasil precisa reinventar seu planejamento de segurança para a Copa de 2014
A
decisão das autoridades encarregadas da segurança dos Jogos Olímpicos de
Londres, que anunciaram esta semana que vão instalar mísseis no topo de seis
prédios da cidade, é radical. Mas mostra ao Brasil otamanho do desafio de
garantir tranquilidade a uma competição com as dimensões de uma Olimpíada.
Apesar das diferenças óbvias entre as duas cidades, no que se refere a
criminalidade e necessidades de policiamento, a preocupação dos ingleses
norteia uma reforma profunda na forma como o Brasil pensa e executa seus planos
de segurança. Antes mesmo de 2016, um desafio igualmente grandioso se apresenta
para policiais e gestores brasileiros: em 2014, grandes deslocamentos de
público, atletas e autoridades vão ocorrer quase simultaneamente em 12
capitais, de Porto Alegre a Manaus. A palavra-chave, no momento, é
“integração”. O desafio da vez é fazer com que órgãos, sistemas e autoridades
falem a mesma língua, para a maior operação de segurança já realizada no país.
Apesar de não se cogitar qualquer coisa parecida com os mísseis dos jogos de
Londres, a transformação de cenário por aqui também será radical. A imagem de
autoridades americanas reunidas diante de telões, decidindo e deslocando
equipes de policiais e bombeiros para conter uma crise é bastante conhecida,
graças ao cinema. As cenas dos filmes de ficção, no entanto, não são muito
diferentes do que hoje em dia já ocorre em cidades como Nova York, que
conseguiram dar um passo além quando o assunto é gestão de segurança e
comunicação entre as forças policiais. “Nosso principal desafio é a integração
entendida de uma forma ampla, de forma a conectar e utilizar da melhor forma os
órgãos federais, estaduais e municipais no planejamento de segurança. Temos que
integrar as polícias federais e estaduais. E fazer o mesmo com sistemas
policiais dos estados-sede com sistemas federais, e destes com as bases de
dados da Interpol”, explica o secretário extraordinário de segurança para
grandes eventos, Valdinho Jacinto Caetano, que é delegado da Polícia Federal
(PF). O comando da segurança da Copa será em Brasília, onde funcionará o centro
de controle central do país. Um sistema de reserva ficará montado no Rio de
Janeiro por precaução. E em cada estado que vai receber partidas da competição
haverá um centro independente, conectado à Interpol, e pelo menos dois centros
móveis para serem deslocados de acordo com a estratégia para cada local. Rio,
São Paulo e Minas terão três centros móveis cada. A meta da secretaria é fazer
com que todos os centros fixos estejam em funcionamento para a Copa das
Confederações, em 2013. “Os centros de integração são parte de um plano de
atuação que contempla três frentes: enfrentamento a ameaças externas, ações em
portos aeroportos e fronteiras, e segurança e estabilidade interna”, diz
Caetano. Os estádios da Copa também terão seus centros móveis, ligados
diretamente às unidades de comando e controle governamentais. O objetivo do
ministério é transformar as sedes das partidas em um Big Brother, vigiando 24
horas cada atitude suspeita e antevendo acidentes possíveis. O sistema usa
câmeras que mostram o que acontece nos pontos escolhidos da cidade. “Usamos
como referência países que realizaram grandes eventos recentemente, como
Alemanha, África do Sul, Estados Unidos, e também países que estão perto de
receber grandes eventos, como Londres”, conta o secretário.
Revista Veja/SP,
10/05/2012
Mercado formal de segurança eletrônica no Brasil deve crescer 20,6% até 2017
O
mercado formal de segurança eletrônica no Brasil vêm crescendo constantemente,
segundo uma pesquisa divulgada pela SIA (Security Industry Association)
recentemente. De acordo com a análise, o mercado formal de segurança eletrônica
brasileiro teve um volume de negócios de R$ 1,2 bilhão em 2011. Até 2017
espera-se um crescimento de 20,6%, atingindo R$ 3,7 bilhões.
Revista Segurança e Cia/SP, 14/05/2012
Revista Segurança e Cia/SP, 14/05/2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Segurança tecnológica deve ser priorizada em eventos, dizem autoridades
Representantes de forças
de segurança e inteligência federais afirmaram que ataques envolvendo tecnologia
devem ser uma das maiores preocupações na segurança dos grandes eventos que
ocorrerão no Brasil nesta década, como a Conferência Rio+20, a Copa do Mundo e
as Olimpíadas. Uma audiência pública para discutir as questões de segurança e
defesa em relação a estes grandes eventos foi realizada no último dia 24/04.
Segundo o subchefe de Operações da Chefia de Preparo e Emprego do Ministério da
Defesa, major-brigadeiro do ar Gerson Nogueira, apesar da preocupação da
sociedade ser maior com atentados terroristas, outros perigos não podem ser
descartados. “Um hacker entra no site da Gol, da TAM, da American Airlines e
acaba com um grande evento”, afirmou. “Estamos trabalhando para combater esse
tipo de crime que vai gerar um caos muito maior do que matar pessoas”, comparou
ainda Nogueira. Segundo ele, mesmo um centro de controle pode ficar inútil se
tiver seus sistemas de comunicação atacados. O diretor do Departamento de
Integração do Sistema Brasileiro de Inteligência da Agência Brasileira de
Inteligência (Abin), Carlos Ataíde Trindade, afirmou que a Conferência Rio+20,
sobre desenvolvimento sustentável, será um desafio por causa das “proporções
gigantescas e grandes inovações tecnológicas”. Segundo Ataíde, as ações de
inteligência serão feitas a partir do padrão implementado nos Jogos
Pan-Americanos que ocorreram no Rio de Janeiro em 2007. À época, foi usado um
centro de inteligência integrado. “O Pan foi uma grande escola porque mostrou a
necessidade imperiosa dos vários órgãos de segurança e inteligência trabalharem
juntos”, afirmou. O consultor legislativo do Senado Joanisval Brito Gonçalves
questionou a preparação das forças de segurança para combater possíveis atos
terroristas. Segundo Gonçalves, organizações terroristas poderiam usar os
grandes eventos no Brasil para dar mais visibilidade a suas causas. Ele foi um
dos debatedores da audiência pública. “A imagem que fica de Munique é de um
evento que deveria ser marcado pela alegria e foi de terror e incapacidade das
autoridades públicas”, disse, ao lembrar as Olimpíadas na cidade alemã em 1972,
em que 11 atletas israelenses foram mortos. Os participantes também ressaltaram
a importância do legado que os grandes eventos deixarão para a segurança pública
brasileira. Na opinião do assessor de Relações Institucionais para Grandes
Eventos do Ministério da Justiça, José Monteiro Neto, a estrutura de segurança
pública montada deve ser deixada como um legado para o País no futuro. “Não
pensar nas estruturas de inteligência adquiridas é desperdiçar o dinheiro
público”, afirmou. Gerson Nogueira concordou com Monteiro Neto e disse que, além
da infraestrutura física, a capacitação dos servidores dos diversos órgãos de
segurança e inteligência para os grandes eventos serão revertidos em benefício
da população. Atualmente, o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin),
composto por 26 órgãos de 13 ministérios, é responsável pela gestão da
inteligência do País e fica sob a coordenação da Abin.
(Portal Intersept
Notícias/SP, 27/04/2012)
Big Brother SP
Há
mais de 1 milhão de câmeras de segurança instaladas em São Paulo. Num dia comum,
cada paulistano é filmado, em média, por dez delas. Dessas, três são do Poder
Público e sete privadas.
(Revista Época/SP, 30/04/2012)
Assinar:
Postagens (Atom)