segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Bancos fazem investimento em segurança
Os principais bancos do país dizem fazer investimentos constantes em segurança para prevenir que seus clientes sejam vítimas de fraudes. O Itaú Unibanco afirmou em nota que "investe fortemente em segurança e oferece um ambiente seguro para que seus clientes possam realizar transações financeiras nos diversos canais, por meio da internet, do celular e também dos caixas eletrônicos". "Além de fornecer orientações aos clientes de como transacionar com o banco de forma segura, o Itaú monitora transações que estão sendo realizadas e atua imediatamente em caso de suspeita de fraude", afirma. A Caixa Econômica Federal afirmou que adota diversas medidas de segurança em suas agências e salas de autoatendimento, como a instalação de circuito fechado de TV, alarme e central de monitoramento de imagens. "Tanto para transações com cartão como para as do internet banking, são disponibilizados aos clientes requisitos de segurança diferenciados", diz Paulo Leonel Menezes, superintendente nacional de canais de distribuição. O banco coloca dicas de segurança aos clientes em seu site. "Como exemplo, citamos a importância de não ter a senha escrita junto aos cartões", completa Menezes. O Santander afirmou que seu internet banking foi feito "com modernos recursos de segurança para garantir que o acesso ao banco seja feito de forma confidencial". A instituição diz que adota um rigoroso processo de criptografia, impedindo que as informações que transitam entre o computador do cliente e os computadores do banco possam ser lidas ou decifradas por outras pessoas. Procurados, Banco do Brasil e Bradesco orientaram a reportagem a procurar a Federação Brasileira de Bancos.
Fonte: Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 01/09/2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Americanos pedem ao governo para criar lei que obrigue policiais a usar câmeras
Em apenas uma semana, uma petição popular enviada ao governo americano pela aprovação de uma lei que obrigue todos os policiais do país a usar câmeras atadas em suas fardas, com o fim de conter a brutalidade policial, recebeu quase 138 mil assinaturas até a tarde desta quinta-feira (21/8). São necessárias 100 mil assinaturas no site governamental “We the People” para obrigar a Casa Branca a dar uma resposta oficial. Qualquer pessoa pode assinar a petição eletronicamente. A petição propõe a criação da “Lei Mike Brown”. Em 9 de agosto, o policial Darren Wilson, branco, deu seis tiros em Mike Brown, um jovem negro de 18 anos, que estava desarmado e com os braços levantados. O fato aconteceu no meio da rua. Parte dos acontecimentos foi filmada e fotografada. Mas havia diversas testemunhas no local. O episódio resultou em protestos, algumas vezes violentos, da população negra de Fergurson, no Missouri, com participação de parte da população branca. A petição, publicada no site da Casa Branca e em diversos jornais, diz: “Criar um projeto de lei, sancionar a lei e destinar fundos para exigir que a polícia em todos os estados, condados e cidades usem uma câmera. Essa lei deve ser aprovada em um esforço para não apenas conter a má conduta da polícia (isto é, brutalidade, discriminação racial e abuso de poder), mas também assegura que todos os policiais sigam o procedimento e removam todas as dúvidas, de abordagens policiais normalmente questionáveis. E, da mesma forma, ajudar a responsabilizar todas as partes por suas ações, dentro de uma investigação policial”. Experiência em uma cidade da Califórnia, em que o uso de câmeras atadas na farda se tornou obrigatória, resultou em uma queda dos casos de violência policial e abuso de poder em 65%. Ao mesmo tempo, o procedimento favoreceu a polícia: muitas acusações formalizadas contra policiais foram rejeitadas quando se examinou os vídeos tomados pelos próprios policiais. De uma maneira geral, a população americana reclama que câmeras instaladas nas cidades pelos órgãos de segurança, além das câmeras de segurança de entidades privadas, vigiam os cidadãos em tempo integral. No entanto, não há câmeras vigiando os policiais quando eles reagem de forma violenta em qualquer confronto comum com os cidadãos, ou quando abusam de seu poder. A comunidade jurídica americana reclama da militarização da polícia. A jornalista Nadia Prupis, da publicação Common Dreams, diz que a militarização silenciosa dos departamentos de polícia dos EUA começou com a aprovação da Lei de Autorização da Defesa Nacional, que permitiu que a Secretaria de Defesa transfira aos órgãos de segurança federais e estaduais armamentos e munições. Com o tempo, isso encorajou os policiais a verem as pessoas como inimigas — e vice-versa. O escritor Robert Koehler escreveu em seu blog, no Huffington Post, que os tempos de uma sociedade saudável, em que a polícia existia para servir as comunidades e proteger os cidadãos se foram. Agora, a polícia altamente militarizada parece uma entidade separada, controlando a sociedade a partir de ordens externas, como um exército de ocupação. “Um inimigo, em particular, é o cidadão de cor”, disse ao jornal o professor da Universidade de Kentucky, Victor Kappeler. Na última terça-feira (19/8), em St. Louis, a poucos quilômetros de Fergurson, um rapaz negro desafiou dois policiais a matá-lo. Foi exatamente o que os policiais fizeram, na frente de várias testemunhas: dispararam vários tiros no rapaz, que morreu instantaneamente. Segundo os policiais, ele portava uma faca. Todo o incidente, desde antes de os policiais chegarem, foi filmado por um homem que estava nas proximidades, com seu telefone celular. É mais um incidente para se somar a um conflito racial que volta a se exacerbar nos EUA.
(Portal Consultor Jurídico/SP – 21/08/2014)
Maceió combate criminalidade com câmeras de alta definição
O Governo de Alagoas investiu em câmeras de alta definição da Axis Communications para reduzir índices históricos de criminalidade, identificar veículos irregulares e conscientizar motoristas em Maceió. Depois de instalar 125 câmeras Axis em 26 bairros da capital, o projeto está sendo levado para o interior do estado. As câmeras instaladas têm contribuído para a agilidade na ação das forças de segurança pública. As imagens, de alta qualidade, passaram a constar como provas em inquéritos policiais que investigam crimes de diversas naturezas, contribuindo para a queda nos índices de criminalidade. O projeto compreende câmeras móveis com visão 360° e fixas para leitura de placas de veículos - considerado um dos recursos mais avançados do projeto. Os equipamentos que fazem leitura de placas de carro permitem, além do cruzamento das placas com um banco de dados de carros roubados, a identificação de veículos em situação irregular pelo não pagamento de taxas obrigatórias. Todas as câmeras são gerenciadas pelos softwares SecurOS, da Intelligent Security Systems (ISS), em uma central de monitoramento. De acordo com a inteligência da Secretaria de Estado da Defesa Social, a queda no número de homicídios, também observada no estado, se deve “às operações e medidas tomadas pelo Governo do estado no combate à criminalidade”, por meio de medidas que incluem “o valor agregado da tecnologia junto a esse combate, através do videomonitoramento da capital e do interior”, segundo o Governo. (Portal Tec Mundo/SP – 23/08/2014)
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Capacitação profissional em segurança eletrônica da ABESE
Cursos de capacitação profissional em segurança eletrônica da ABESE em parceria com o SENAI.
As novas turmas para os cursos de capacitação profissional em segurança eletrônica da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança já estão com as inscrições abertas para Instalação de Sistema de Controle de Acesso, Sistema de CFTV, Sistemas de Alarme e Fundamentos em Eletricidade. A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) promoverão a partir de 30 de agosto, pelo segundo ano, uma grade de cursos voltados para a segurança eletrônica, área estratégica e tecnológica. Estes são os únicos cursos no mercado paulista com esse perfil. Os cursos estão fundamentados em técnicas que apoiam o tripé de ação do segmento de segurança eletrônica: detecção, comunicação e inibição de ações criminosas. Eles estão plenamente adequados para a capacitação de profissionais com conhecimento técnico e consciência sobre essa delicada e fundamental atuação, visando atender uma demanda aquecida do mercado nacional de sistemas eletrônicos de segurança.
Fonte: Portal de Segurança/SP – 16/08/2014.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Brasileiro tende a respeitar fiscalização eletrônica
A maioria dos brasileiros apoia o uso de equipamentos eletrônicos para o controle de velocidade, mas motoristas ainda têm dificuldade em respeitar a legislação de trânsito de um modo geral. Essa é a avaliação da especialista em trânsito da Perkons, Maria Amélia Franco, ao analisar os dados estatísticos disponíveis sobre o comportamento dos motoristas em relação a esses equipamentos. Levantamento feito anualmente pela empresa aponta que , no Brasil, 99,9% dos motoristas respeitam os limites de velocidade nos pontos onde esses equipamentos estão instalados. "O problema está nos demais trechos, onde a fiscalização não existe e a maioria acaba ultrapassando os limites. Por isso, não podemos confundir o respeito aos equipamentos com o respeito às regras de trânsito", destaca. “Os condutores tendem a respeitar as regras de trânsito apenas quando são fiscalizados e temem pela multa, já onde a fiscalização não acontece existe um festival de irregularidades”, pontua. Maria Amélia atribui a esse comportamento a importância do uso de fiscalização eletrônica de velocidade para o aumento da segurança viária. Porém, a especialista ressalta que os resultados e a aceitação pública dependem da boa prática e aplicação dos dispositivos, que embora tenham a mesma funcionalidade (medir a velocidade dos veículos), têm características diferentes. “É importante que os gestores públicos conheçam e saibam aplicar as tecnologias disponíveis de acordo com seu objetivo, seja a manutenção da velocidade segura e compatível com a geometria da via e a ocupação lindeira, ou a sua redução em razão de curvas, animais na pista, visibilidade reduzida, entre outros”, explica Maria Amélia. “Quando há transparência na forma de fiscalizar, os equipamentos são bem aplicados e os resultados amplamente divulgados a população é favorável. Caso contrário, tem razão em questionar a eficácia do sistema, como qualquer outro serviço público”, analisa. Opinião pública Para Maria Amélia, o uso de equipamentos eletrônicos para o controle de velocidade só é mal visto por uma parcela pequena da população. “São os infratores contumazes, que têm dificuldades de respeitar as regras de trânsito até sob fiscalização”, afirma. A especialista lembra que uma pesquisa do Ibope de 2002 feita em oito capitais brasileiras revelou que 84% dos entrevistados eram favoráveis ao monitoramento eletrônico de trânsito. Isso reforça o fato de que a maioria das pessoas deseja um trânsito mais seguro e com maior fluidez. "É a correta aplicação de cada um deles que vai garantir a transparência no processo de controle do tráfego e minimizar avaliações errôneas dos poucos usuários que ainda criticam o sistema", defende Maria Amélia. Fonte: Portal NQM Comunicação/SP, 11/12/2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
O mercado de segurança eletrônica está em crescimento no Brasil
Como o Estado não oferece ao cidadão o mínimo de segurança, o mercado de segurança eletrônica vem crescendo muito no Brasil. Trata-se de um conjunto de sistemas que alia tecnologia ao serviço de profissionais treinados para inibir invasões e coações, além de oferecer suporte contra incêndios e administrar situações de pânico e emergências médicas, entre outras. Esse trabalho funciona por meio de dispositivos conectados a uma linha telefônica que se comunica com uma base. No mercado há sensores específicos para cada tipo de ocorrência. Ao serem acionados, os sinais enviados para a equipe de suporte 24 horas já apontam a situação do local monitorado. Atualmente, a classe média e os pequenos e médios comerciantes são a maior parte do público-alvo desse setor. Os serviços custam, em média, o equivalente a uma assinatura de TV. As tecnologias atualmente disponíveis no mercado Sensores magnéticos: São utilizados para detectar abertura e fechamento indevidos de janelas e portas. Há modelos exclusivos para diferentes ambientes, com mais ou menos espaço e para áreas externas. Detector de movimentos: Raios ultravermelhos acusam mudanças na temperatura dos ambientes, tanto internos como externos. Eles são acionados pelos movimentos realizados no campo de observação do sensor. Infravermelho ativo: É acionado pela interrupção do feixe ou área protegida. Possui alcance externo de 50 metros e é resistente ao Sol, chuva e nevoeiro. Pode substituir as cercas elétricas para muros. Quebra de vidro acústico: Detecta quebras nos vidros, por meio de ondas sonoras. Botão de pânico móvel: Desenvolvido para situações em que o cliente sente-se acuado como, por exemplo, ao ser abordado em sua residência ou comércio ou avistar estranhos rondando o local. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), no Brasil existem mais de 18 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos. Atualmente, existem cerca de 710 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no País, o que corresponde a 11% de um total de 6,18 milhões imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados. As tecnologias de alarmes contra intrusão representam 24% do mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. As tecnologias de sistemas de controle de acesso que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda de dois grandes eventos que terão lugar no país: Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Nos últimos cinco anos, esse mercado vem crescendo com taxas médias de 11% anualmente. As dicas para o consumidor É necessário ressaltar a importância na escolha das empresas que prestam este tipo de serviço, já que segurança eletrônica não se compra em balcão, pois existem muitos outros fatores que devem ser considerados: Eficácia: É muito comum o questionamento da eficácia dos equipamentos de segurança eletrônica, mas a falha pode estar na falta de um estudo adequado do local e escolha de fornecedores especializados que atendam às necessidades específicas de cada imóvel. Análise das Particularidades do Local: É necessário que o consumidor se conscientize que cada imóvel possui uma característica diferente e, consequentemente, precisa de um projeto específico, realizado por uma empresa capacitada. Parece simples, mas muitos consumidores ainda adquirem segurança eletrônica sem a orientação correta e acabam investindo em equipamentos e serviços que no final das contas acaba deixando o local vulnerável e sem a proteção adequada. Para se ter uma ideia, um simples sensor de presença mal posicionado pode comprometer a eficácia de todo um sistema de alarme. A ABESE possui ainda uma Cartilha do Consumidor que orienta sobre a maneira correta de adquirir um sistema de segurança eletrônica e traz dicas sobre os tipos de sistema e o passo a passo para escolher corretamente o serviço que atenda as particularidades da sua propriedade. Baixe-a gratuitamente por meio do site: http://www.abese.org.br. O primeiro passo é o diagnóstico e análise de risco, procedimento que identifica os riscos e suas origens e o diagnóstico de segurança, com o levantamento de variáveis externas e internas que podem impactar na segurança do imóvel e as vulnerabilidades da instalação. Após este estudo, o consumidor deve solicitar um projeto de sistema de segurança eletrônica que irá levantar inúmeras informações que permitirão a aplicação da tecnologia mais adequada ao local. Cada residência, condomínio ou empresa possui suas particularidades e apresentam uma necessidade específica. Levando em consideração que o mercado de segurança eletrônica é preventivo e detectivo, o sistema adotado deverá ser customizado e apropriado para o local. Outra dica recomendada pela ABESE é que o consumidor realize sempre três orçamentos e observe se em todos eles se a infraestrutura está inclusa no projeto (tubulações adequadas para cada ambiente). Outra dica importante: escolha a empresa com base no pacote de soluções oferecidas. Afinal, o barato pode sair caro. E com segurança é bom não correr esse risco. O passo seguinte é a escolha da empresa, onde é imprescindível que o consumidor analise o histórico do prestador de serviço que fornecerá e instalará o sistema de segurança. O mais importante é procurar empresas que lhe ofereçam garantias da procedência dos equipamentos e serviços pós-venda, como manutenção e suporte técnico. Observe se a empresa possui certificações como o Selo de Qualidade Abese ou ISO 9000. Isso demonstra que ela cumpre com uma série de procedimentos e requisitos voltados à qualidade do serviço prestado. Não esqueça de exigir um contrato de prestação de serviços e manutenção dos equipamentos, que deve prever a garantia dos produtos e serviços e o prazo de atendimento em caso de manutenção corretiva. Esses passos são importantes para que esta tecnologia cumpra com os seus principais objetivos: detectar, comunicar e inibir ações criminosas. Existe uma grande logística por trás de um projeto de segurança eletrônica e, para cada imóvel, existe um equipamento, um serviço e um tipo de tecnologia adequada. Fonte: Portal Banas/SP, 30/09/2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Dicas: Veja em que nível de necessidade de segurança você se enquadra
O aumento dos casos de assalto em grandes cidades, principalmente em São Paulo e no Rio, que registraram arrastões em restaurantes nos últimos meses, tem feito cada vez mais pessoas aderirem a câmeras internas, seguranças particulares e outros tipos de meios para tentar evitar a violência. O Mais Você conversou com dois especialistas da área – o economista Samy Dana e o consultor de segurança Heitor Coronado – que enumeraram três perfis diferentes e deram dicas para quem está prestes a contratar serviços como o de uma seguradora para saber qual o nível de segurança você precisa.
1° perfil: Prevenido
Se você tem mais do que três seguros, a possibilidade de seu tipo ser o prevenido é grande. O prevenido acaba comprometendo até 20% de sua renda em segurança, principalmente com seguros contra fatalidades. É aquele que se preocupa muito com segurança e tem medo de tudo. Vai ter seguro da casa, do carro e de pequenos bens. São pessoas que já foram assaltadas, que na maioria das vezes já sofreram algum trauma, pela região onde moram, localidade do trabalho ou, deslocamentos. É um medo justificado.
2° perfil: Básico
Se você não é tão preocupado ou assustado, talvez se encaixe aqui. A pessoa que faz a contratação básica de seguros de 10 a 15% da renda. Apesar de contratar um número menor de seguros, os produtos contratados são mais caros. Ele tem os seguros mais comuns. Se for pai ou mãe, vai ter seguro de vida. Se não for, vai ter seguro de carro apenas. É uma pessoa que não se preocupa com seguro de notebook, tablets e smartphones.É uma pessoa que não passou por traumas.
Se você não é tão preocupado ou assustado, talvez se encaixe aqui. A pessoa que faz a contratação básica de seguros de 10 a 15% da renda. Apesar de contratar um número menor de seguros, os produtos contratados são mais caros. Ele tem os seguros mais comuns. Se for pai ou mãe, vai ter seguro de vida. Se não for, vai ter seguro de carro apenas. É uma pessoa que não se preocupa com seguro de notebook, tablets e smartphones.É uma pessoa que não passou por traumas.
3° perfil: Desencanado
Se esse ainda não for o seu perfil, você provavelmente é do tipo desencanado. Nesse grupo se encaixam também os “duros”, que não têm dinheiro para gastar com segurança. Com muito esforço, compram o carro, mas não têm como pagar seguro. Algumas pessoas não têm medo e não se incomodam de passar por situações desgostosas como um assalto. Ele não gasta nada, reza bastante e Deus protege.
Se esse ainda não for o seu perfil, você provavelmente é do tipo desencanado. Nesse grupo se encaixam também os “duros”, que não têm dinheiro para gastar com segurança. Com muito esforço, compram o carro, mas não têm como pagar seguro. Algumas pessoas não têm medo e não se incomodam de passar por situações desgostosas como um assalto. Ele não gasta nada, reza bastante e Deus protege.
Fonte: ABESE / Mais Você/SP, 22/07/2013.
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