Em prédios residenciais só será permitido alugar ou vender vagas de garagem a
pessoas de fora com autorização do condomínio.
(Revista Veja/SP, 18/04/2012)
terça-feira, 17 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Niterói terá instalação de câmeras de segurança no Centro da cidade
Em
vinte dias município terá novos equipamentos. Investimento é de R$ 400 mil na
implantação e modernização do monitoramento das ruas para conter a crescente
violência A prefeitura de Niterói está investindo cerca de R$ 400 mil para a
reativação, modernização e instalação do sistema de monitoramento de câmeras da
cidade, medida para auxiliar no combate à violência que vem assustando a
população nos últimos tempos. Dentro de vinte dias, o Centro da cidade deve
receber mais trinta e duas câmeras que se juntarão com as 19 já existentes em
diferentes pontos do município, que vão desde a Zona Norte ao Largo da Batalha.
De acordo com o secretário de Segurança e Controle Urbano, coronel Ruy França,
alguns locais já foram determinados. “Um levantamento realizado pela própria
secretária nos últimos três meses, apontou que o Centro da Cidade é o local com
maior incidência de roubos a pedestres – principalmente no que se refere a
saidinhas de banco. Entretanto, para definir exatamente as ruas mais atingidas,
estamos realizando um mapeamento, mas posso adiantar que ruas como Avenida Rio
Branco, Marechal Deodoro, Fróes da Cruz, Visconde de Sepetiba e Barão do
Amazonas com certeza estarão incluídas, assim como tantas outras que entrarão
no programa de segurança”, disse. O coronel informou que o Centro de
monitoramento, localizado atrás do edifício Tower, no centro da cidade, também
está passando por reformas para se adequar às melhorias do sistema de
instalação.
(Jornal O Fluminense/RJ, 09/04/2012)
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Policiamento Escolar
Foi criada a Companhia Independente de Policiamento Escolar
Programa de monitoramento por vídeo das escolas, inicialmente, câmeras em 42 unidades...
O governador Wilson Martins criou através da Lei 6.199, de 27 de março
de 2012, a Companhia Independente de Policiamento Escolar (Cipe),
vinculando-se ao Comando de Policiamento Comunitário (CPCOM). A Cipe
participará diretamente do programa de monitoramento por vídeo das
escolas, que instalará, inicialmente, câmeras em 42 unidades de ensino.
A medida transforma o antigo Pelotão Escolar em uma estrutura mais
organizada e com uma nova filosofia de trabalho, além de ser implantado
por lei específica que formaliza o atendimento. A Cipe garantirá o
policiamento preventivo e ostensivo em todas as escolas públicas de
Teresina e no interior do Estado, através do programa Ronda Cidadão, que
está sendo ampliado.
Segundo o capitão da Polícia Militar, Tiago Ribeiro, o trabalho
preventivo tem que ser intensificado, pois a família e a sociedade são
diretamente responsáveis pelo que acontece na escola. “Trabalhar junto à
comunidade escolar, com dicas de segurança, reuniões, palestras, o
trabalho educativo da polícia dentro da escola reflete diretamente na
baixa dos índices de criminalidade. No início de nosso trabalho
conseguimos reduzir o número de ocorrências de 200 para 140; e
pretendemos uma redução ainda maior”, frisa.
Para o secretário da Educação, Átila Lira, mais do que fazer a
segurança das escolas, e de todos que dependem dela, a parceria com a
polícia é uma oportunidade ímpar de resgate dos valores de outrora. “Com
a perda de muitos valores familiares e sociais observamos também o
agravamento das relações entre profissionais da educação e alunos,
conturbando o ambiente escolar. O Policiamento Escolar vem justamente
para ajudar na conscientização da comunidade escolar sobre a importância
da formação de cidadãos responsáveis e participativos”, finaliza Lira.
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Sistema de CFTV
Os sistemas de CFTV normalmente utilizam câmeras de segurança especializadas para obter imagens de locais específicos, cabos e sistemas para a transmissão das imagens, placas de captura e/ou DRV (para concentração, processamento das imagens, registro e armazenamento), monitores para a visualização e diversos outros acessórios com funções especiais.
Desde os anos 60 a utilização dos sistemas de CFTV difundiu-se pelo mundo, principalmente em países como a Inglaterra. No mundo inteiro a partir da década de 80 a utilização deste recurso tornou-se uma premissa básica na segurança preventiva e corretiva, impulsionado pela crescente ocorrência de atentados terroristas e ações criminosas. Os atentados em 11 de Setembro de 2001 no World Trade Center, assim como diversos outros eventos críticos, ajudaram a reduzir as restrições contra equipamentos de segurança eletrônica e CFTV.
No Brasil o cenário de altas taxas violência, criminalidade e desigualdade social, também são fatores que impulsionam a aplicação cada vez maior deste tipo de sistemas, como forma da população em geral, assim como corporações obterem algum nível de proteção e prevenção em relação às mais diversas situações de risco presentes a cada dia.
E essa situação é visivelmente comprovada, pela presença de câmeras nos mais diversos locais, seja em lugares de circulação urbana, como praças, ruas, avenidas, seja em lugares de circulação pública como shopping centers, supermercados, lojas, restaurantes, postos de combustíveis, universidades e escolas, assim como residências e empresas. Dentro dessa conceitualização, torna-se evidente que o vídeo-monitoramento pelo CFTV é uma realidade presente e ativa.
Para conter crimes, é preciso mudar modelo de segurança
Os furtos e roubos de veículos na capital paulista nos meses de janeiro de fevereiro desse ano impressionam ao atingir 7.280 ocorrências policiais ou 99,2 crimes para cada grupo de 100 mil veículos registrados na cidade. Se anualizarmos esses dados, ao final de 2012 teremos mais de 42.900 veículos roubados ou furtados, patamar oito vezes superior ao pico observado no ano de 1999 para os homicídios e que colocava São Paulo como uma das cidades mais violentas do país à época. Não à toa, mesmo com a atual acentuada queda nos homicídios, não conseguimos reduzir os sentimentos de medo e insegurança da população, fator para a consolidação de um novo e almejado padrão de desenvolvimento econômico e social. Mas o que significam essas ocorrências? Alguns poderiam dizer que tais crimes seriam proporcionais à quantidade de carros, motos e caminhões em circulação, na medida em que a frota da Cidade é, segundo o Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo), de 7,2 milhões de veículos. Poder-se-ia ainda argumentar que esses crimes seriam efeitos indesejáveis da maior repressão aos crimes contra a vida ou ao tráfico de drogas, que estaria obrigando grupos criminosos a se financiarem por meio de uma complexa rede de crimes, que inclui receptação, corrupção e lavagem de dinheiro. Também é possível supor que tamanho volume de ocorrências fomenta a geração de empregos ao propiciar o crescimento de serviços prestados por seguradoras, empresas de alarmes, recuperação, rastreamento e toda uma sorte de atividades associadas à prevenção ou mitigação de impactos. ENGRENAGEM Seja como for, é inegável que os furtos e os roubos de veículos são parte de uma engrenagem sofisticada, na qual as polícias ocupam um papel central e cujos limites em conter o crescimento das ocorrências repousam nos ruídos provocados pelo modelo de segurança pública do país, que incentiva a fragmentação. Sem maior diálogo e articulação entre Polícias Civil, Militar e Federal, São Paulo dificilmente repetirá o sucesso alcançado na redução dos homicídios e continuará com medo.
(Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP – 19/03/2012)
segunda-feira, 19 de março de 2012
CFTV nas escolas
A instalação de câmeras de segurança para monitoramento das imagens em escolas é fundamental no registro de informações, assim, o sistema poderá monitorar os bens patrimoniais da escola e dará mais segurança aos estudantes e funcionários.
Através de um notebook, computador, celular ou palm, e uma conexão via Internet você visualiza o que acontece de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora. É possível visualizar remotamente o que ocorre na escola em tempo real.
O circuito de câmera via Internet, grava a imagem a todo momento automaticamente no HD do computador, o que permite que você a qualquer momento possa solicitar imagens e verificá-las posteriormente, no dia e na data escolhida.
Os circuitos internos encontram-se em estado de grande evolução, quer em termos de tecnologia quer em termos aplicacionais. Em termos tecnológicos, é hoje possível ter o sistema todo em formato digital, usufruindo das mais valias da era digital. Em termos aplicacionais o circuito interno de televisão já não é apenas um sistema simples de monitorização de segurança, tendo evoluído para diversas áreas.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Segurança da Informação
Relendo um artigo de 1999, achei muito interessante destacar o trecho abaixo, onde retrata o papel dos recursos humanos dentro das empresas no tocante a prevenção de fraudes eletrônicas, vingança de funcionários, acessos não autorizados, quebra de confidencialidade da informação e outros.
“Recurso Humano
Esta é uma dimensão fundamental. De nada adiantará implementarmos todos as outras dimensões se o usuário que trata com a informação não tiver sido conscientizado em Segurança da Informação. A assinatura de um termo de responsabilidade e uma campanha de conscientização dos usuários são medidas práticas que devem ser adotadas nesta dimensão.
Ao analisarmos o Processo de Segurança através destas dimensões estaremos melhor equacionando o problema e com mais condições de dimensionar a tarefa de implementarmos este processo. Mas não devemos esquecer os Fatores Críticos de Sucesso:
- Continuidade: o processo de segurança deve ser contínuo ao longo do tempo.
- Apoio da direção: os acionistas através da direção da empresa precisam apoiar integralmente as ações de segurança.
- Disponibilização de recursos: a segurança da informação não acontece de graça e de forma mágica. São necessários recursos financeiros, de tempo e de pessoal.
- Conscientização dos usuários: são as pessoas que executarão e darão vida às regras, às normas e às políticas.
A implementação e implantação do Processo de Segurança na Empresa é uma tarefa que deve ser planejada, contar com pessoal experiente no assunto e ter o apoio da direção da empresa. Uma das dificuldades, é de que estaremos "consertando o avião em pleno vôo". E isto não é uma tarefa fácil. Adaptando uma frase que eu escutei, lembro que "O Criador fez o mundo em seis dias porque não tinha versão anterior para manter a compatibilidade e dar manutenção".
Qualquer que seja a empresa, ela deve possuir seu Plano de Segurança que deve ser compatível com o seu porte organizacional, com o seu negócio e com a criticidade da informação para este negócio. Nesta implementação devemos chegar a um ponto de equilíbrio entre a segurança da informação e o investimento necessário para este nível de segurança.
Para que a Segurança da Informação aconteça precisamos que as pessoas que compõem a empresa, deixem de estar apenas “envolvidas com a segurança” para estarem “comprometidas com a segurança”. A diferença é simples. Quando comemos ovos com bacon, a galinha está envolvida, mas, o porquinho está comprometido!
Como está a sua empresa?“
Edison Fontes, CISA, é especialista em Segurança da Informação.
“Recurso Humano
Esta é uma dimensão fundamental. De nada adiantará implementarmos todos as outras dimensões se o usuário que trata com a informação não tiver sido conscientizado em Segurança da Informação. A assinatura de um termo de responsabilidade e uma campanha de conscientização dos usuários são medidas práticas que devem ser adotadas nesta dimensão.
Ao analisarmos o Processo de Segurança através destas dimensões estaremos melhor equacionando o problema e com mais condições de dimensionar a tarefa de implementarmos este processo. Mas não devemos esquecer os Fatores Críticos de Sucesso:
- Continuidade: o processo de segurança deve ser contínuo ao longo do tempo.
- Apoio da direção: os acionistas através da direção da empresa precisam apoiar integralmente as ações de segurança.
- Disponibilização de recursos: a segurança da informação não acontece de graça e de forma mágica. São necessários recursos financeiros, de tempo e de pessoal.
- Conscientização dos usuários: são as pessoas que executarão e darão vida às regras, às normas e às políticas.
A implementação e implantação do Processo de Segurança na Empresa é uma tarefa que deve ser planejada, contar com pessoal experiente no assunto e ter o apoio da direção da empresa. Uma das dificuldades, é de que estaremos "consertando o avião em pleno vôo". E isto não é uma tarefa fácil. Adaptando uma frase que eu escutei, lembro que "O Criador fez o mundo em seis dias porque não tinha versão anterior para manter a compatibilidade e dar manutenção".
Qualquer que seja a empresa, ela deve possuir seu Plano de Segurança que deve ser compatível com o seu porte organizacional, com o seu negócio e com a criticidade da informação para este negócio. Nesta implementação devemos chegar a um ponto de equilíbrio entre a segurança da informação e o investimento necessário para este nível de segurança.
Para que a Segurança da Informação aconteça precisamos que as pessoas que compõem a empresa, deixem de estar apenas “envolvidas com a segurança” para estarem “comprometidas com a segurança”. A diferença é simples. Quando comemos ovos com bacon, a galinha está envolvida, mas, o porquinho está comprometido!
Como está a sua empresa?“
Edison Fontes, CISA, é especialista em Segurança da Informação.
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